Natal


E o Verbo se fez carne! O verbo amar se encarnou se fez homem, revelou que é pão, verdade, caminho , vida! 

Revelou que é Luz! Há 25 anos nossa família  Filhos de Maria,junto com você também abraça a missão de Jesus: alimentar de esperança,  formar para a Verdade, aliviar os que sofrem nas periferias da existência iluminando-os com Amor! 

Sim, pois o verbo amar de modo divino se fez carne! 

Foi acolhido  e gerado primeiro na fé na Vontade de Deus por seus pais! Quanto o presépio nos ensina! Onde o amor está, não importando a dureza das circunstâncias a paz habita! Obrigada irmãos e irmãs que juntos conosco tem levado a esperança, a fé e a alegria de um novo tempo, em todos esses  anos! 

O Natal é a festa do Amor que se encarna , celebremos juntos em comunhão! Feliz Natal!

 

Érika Vilela, fundadora da Com. Filhos de Maria e psiquiatra.

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O que aprendemos no desertoO que aprendemos no deserto

(Texto e locução por Érika Teles)

Quando se fala em deserto logo pensamos: é um lugar quente, árido, de difícil acesso, com pouca agua, pouca comida, um lugar com muitas dificuldades. A sobrevivência no deserto é um tanto desafiadora.

Na vida espiritual, nós, cristãos, também passamos por períodos de deserto, onde Deus parece estar distante, longe, onde as dificuldades e desafios parecem cada vez maiores. Nos sentimos desanimados, tentados a todo tempo, na maioria das vezes, pensamos estar sozinhos. Porém, apesar de toda essa turbulência, se bem vivido o tempo de deserto pode ser bem fecundo. Deus nos coloca no deserto para aprendermos que não vivemos só de pão, que não somos capazes de viver sozinhos, mas que dependemos Dele. No deserto aprendemos a ser pobres e a depender Dele.

É no deserto que aparecem os demônios e é necessário combater os demônios para se assemelhar a Cristo, é Ele o nosso modelo de homem novo e de mulher nova. Tudo aquilo que me coloca em crise é deserto, mas esse deserto nos leva a um autoconhecimento e ao conhecimento de Deus. É um momento doloroso mas necessário. Sem a tentação só conhecemos a ilusão.

Portanto, no deserto aprendemos a ser mais de Deus, a confiar a Ele toda a nossa vida, aprendemos a viver o abandono e a confiança.

Érika Vilela, nossa fundadora, nos ensina que “Em grandes momentos de dor surgem grandes obras de amor, obras de paz.” Aprendemos que todo momento, por mais difícil e doloroso que seja, vivido diante de Deus é bonito. Se você vive um tempo de deserto aproveite para fazer desse tempo um tempo fecundo e para fortalecer a sua fé, confiando que apesar do sentimento de ausência, Ele, sempre está presente.

Pilares da Quaresma (3/4)Pilares da Quaresma (3/4)

(Texto e locução por Érika Teles)

O jejum é uma prática espiritual que tem por objetivo mortificar a carne, os desejos e as emoções de forma que não sejamos guiados por elas, mas sim, conduzidos pelo Espirito e assim nos aproximemos de Deus, O amemos mais e permitamos que a graça Dele aja em nós, que nos convertamos.
A quaresma é o tempo propício para vivenciarmos essa prática. Na Quarta-feira de Cinzas e na Sexta-feira da Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo, devem ser observados o jejum e a abstinência. (Código de Direito Canônico, cânon 1250).


O jejum mais comum é a abstinência alimentar, de carnes vermelhas e outros. Porém, existem outras formas de se exercitar essa prática, como o jejum de redes sociais, de filmes, de palavras negativas, dentre outras. O mais importante é buscar vencer os desejos carnais desordenados e uma maior proximidade com Deus, uma verdadeira mudança de vida.
E aí, como andam as suas práticas, você está preparado para viver essa experiência nessa quaresma?


Que tal tentar vivenciar essa prática espiritual esse ano? Vamos lá?!

Pilares da Quaresma (4/4)Pilares da Quaresma (4/4)

Pilares da Quaresma: A CARIDADE
(Texto e locução por Érika Teles)


Segundo o padre Duffé, secretário do Dicastério no Vaticano: “A caridade– ágape – é o amor que vem de Deus, nos chama e nos leva a aprender de novo a amar os outros, com respeito e humildade.” A caridade também conhecida e traduzida como amor é o ato de ofertamos ao outro muito mais do que algo material, ofertamos a nós mesmos.

Um dos vícios que mais assolam o ser humano é a ganancia, o desejo pelo ter sempre mais, com a prática da caridade, vamos moldando o nosso ser na virtude da humildade, da solidariedade, da partilha. Oferecemos ao outro, ao nosso irmão aquilo que queríamos e estimávamos tanto, vamos aos poucos nos desapegando das coisas matérias, das pessoas e vamos buscando aquilo que é essencial, a intimidade com Deus, a vida com Ele e Nele.


A caridade é um ato concreto, é a prática do amor, é o acolher a realidade de que não somos os senhores de tudo, que o que dá realmente sentido à vida é o amor testemunhado na partilha de bens, de vida. A partilha do dom do amor. Isso é caridade.


E aí, você topa doar de si nessa quaresma?